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![]() DIAS SOMBRIOS
Em vão busca-se descobrir os mistérios Existentes entre a aurora e o crepúsculo Estão aí, crescem e aborrecem Apesar de tantas verdades expostas As interrogações permanecem. Cada crepúsculo mostra o encerramento Do ciclo diário que se finda Dando-nos a visão de dura realidade Da luta insana pela sobrevivência E seres humanos mostrando sua maldade. Todos os dias uma nova esperança Faz-nos acreditar que vai ser diferente Mas novos tormentos, dardos malignos O dia revela, a noite tenta esconder O mau cheiro dos atos indignos. A nostalgia que traz o pôr do sol Já não traz o romantismo de outrora O trabalhador cansado não tem certeza De voltar para casa em segurança Reencontrar a família, em paz, com nobreza. Oh! Quem me dera poder voltar Aos tempos idos sem violência Não precisar ver tantos atos tiranos Sofrer por não poder resolver Atrocidades praticadas por seres humanos. Poderíamos viver dias de alegria Não fossem as repentinas noites desesperadoras Estamos a pagar o preço da impunidade Que incrivelmente parece continuar Por negligência de autoridades. Sofremos com dores fortes Dores físicas, dores emocionais Precisamos de um basta. É demais! Elas já não cabem dentro de nós Quase todos os fatos e notícias são fatais. Urge que se faça alguma coisa Concreta, que traga solução A rebeldia e a força corrompem Mas a busca de Deus e seus princípios Podem mudar o coração do homem. Maria Loussa
Enviado por Maria Loussa em 11/07/2007
Alterado em 20/08/2007 Comentários
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